Em outras palavras: Índios não são animais. Não faz sentido prendê-los em reservas que sejam zoológicos.

De forma simples e direta, representando e resumindo o sentimento da nação brasileira a respeito de suas populações indígenas, Presidente eleito Jair Bolsonaro revela situação de índios são mantidos artificialmente em situação de escassez e ‘inferioridade’. Sua fala lança luz num real e importante problema que merece total atenção do seu Governo: a necessidade premente de mudança dos rumos da política indigenista de matriz esquerdista e etnicizante.

bolso indios animais floresta

A despeito de todo o esforço da mídia marrom e sacana para deturpar, distorcer e torcer as verdades ditas por Bolsoaro sua mensagem transpareceu para o povo brasileiro: é preciso mudar a forma como são demarcadas e geridas as terras indígenas no Brasil bem como o sentido geral da caótica política indigenista brasileira.

Por que manter índios em reservas como se fossem animais em zoológicos?’, pergunta o presidente Bolsonaro expressando e revelando o desejo de muitos índios que compõem a sociedade brasileira: querem se verem livres das amarras que os prendem, passarem a poder produzir e assim ingressar na economia de mercado extraindo dela o que de melhor tem a oferecer.

“Ninguém quer maltratar o índio. Agora, você pode ver, na Bolívia tem um índio que é presidente, Evo Morales. Por que no Brasil devemos mantê-los reclusos em reservas como se fossem animais em zoológicos?”, disse Bolsonaro, em visita a Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo.

A declaração foi feita quando Bolsonaro foi questionado sobre o Acordo de Paris, também objeto de crítica do presidente eleito. Ele disse que, independentemente do acordo, o governo dará atenção ao meio ambiente. Ele criticou, no entanto, demarcações indígenas e ambientais, que considera excessivas no Brasil.

“Um índio é um ser humano igualzinho a nós, quer o que nós queremos, e não pode usar a situação do índio, que é uma situação que ainda está em inferioridade em relação a nós, para demarcar essa enormidade de terras que poderão ser sim, de acordo com a própria ONU pela autodeterminação dos povos indígenas, novos países no futuro”, arrematou Bolsonaro dando as linhas gerais da política indigenista que pretende implementar.

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: DF : (061) 981715428, AM: (092) 984288121 PA : (093) 991616840 Email: edwardluz@gmail.com ou edwardluz@hotmail.com Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, viajante pelo Brasil, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursei e concluí graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Prof. MSc. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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